Feliz 29 de novembro!

Nesta data, em 1947, a Assembléia Geral da ONU votou a favor do Plano de Partição para a Palestina, que apoiou a divisão da Palestina Obrigatória em dois estados - um para os judeus e outro para os árabes.

Os judeus deveriam obter a Galiléia Oriental, a planície costeira do norte e o Negev, totalizando 56% da terra (60% da qual era deserto). Os árabes deveriam chegar à Galiléia Ocidental, a planície costeira do sul, e à Judéia e Samaria, totalizando 43% da terra. Jerusalém ficou abaixo do 1% restante, que seria governado pelo domínio internacional.

Com 33 países votando a favor, 13 contra e 10 abstenções, o plano foi aprovado. A Agência Judaica aceitou o plano ansiosamente, enquanto judeus de todo o mundo realizavam celebrações em todo o país. Os líderes árabes, no entanto, apoiados pela Liga Árabe, rejeitaram o plano anulando todas as ramificações legais do plano proposto.

Em resposta à votação, os árabes locais iniciaram uma guerra contra a população judaica da Palestina Obrigatória e logo se juntaram aos países árabes vizinhos quando Israel declarou independência em 14 de maio de 1948.

Embora o Plano de Partição não tenha tido impacto legal e tenha excluído grande parte da Terra de Israel, foi uma conquista histórica para o sionismo político e teve um papel significativo no eventual estabelecimento do Estado de Israel.

Foto: Judeus em Tel-Aviv comemorando

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