Todos pensamos que a justiça tarda mas não falha.
No entanto, quando nos vemos a braços com o sistema penal português, a nossa percepção muda radicalmente.
O cumprimento de uma pena de prisão serve para o criminoso aprender a viver em comunidade, de modo socialmente responsável e sem cometer crimes.
Aos olhos do cidadão cumum, o sistema penal é justo e o estabelecimento prisional é uma instituição imaculada onde se ensina a ser boa pessoa e se recupera delinquentes.
Mas infelizmente isso não corresponde à verdade.
Os estabelecimentos prisionais são verdadeiros quartéis generais da maior associação criminosa do país.
Infelizmente parece que a associação é suportada e aceite pelo poder judicial e pelo poder político. Pois todos sabem da sua existência mas ninguém lhe faz frente.
Ninguém investiga, ninguém pune e ninguém condena. O que me leva a concluir que não se trata me mera conivência. Talvez corporativismo. Ou será que é mesmo um excelente negócio?
Um dos crimes mais frequentes é a corrupção.
Por ex.
Na prisão da carregueira, para se obter uma saída precária é normal ceder ao pedido do/a técnico (educador) no sentido de o agradar com 2500 euros para que a precária seja concedida. Já existem alguns processos nos tribunais. O que não existe, são consequências para esses técnicos.
Trata-se de uma prática comum nesse estabelecimento.
Outra situação que causa estranheza, é o serviço de cantina ser entregue a uma empresa pertencente ao motorista da …

Sra diretora clara manso preto.
No entanto a concessão destes serviços é quase na totalidade dos estabelecimentos prisionais, atribuída a empresas cujos sócios estão directa ou indiretamente ligados ao sistema penal.
Será dificil investigar e aferir em conflito de interesses?
Ou será que o poder político acha normal e legítimo que haja este tipo de negócio?
E que belo negócio. Senão vejamos.
O estado não pode ganhar qualquer valor monetário com um recluso. Nesse sentido as prisões teriam que vender os produtos aos reclusos a preço de custo.
Mas as prisões alegam falta de condições logísticas e falta de recursos para cumprir essa função.
Sendo assim entregam a empresas externas. Estas já podem e devem ter lucro. Pois trata-se de comércio.
No entanto, estas empresas funcionam totalmente com os recursos da prisão (aqueles que não existiam). Além disso praticam os preços que entendem. Mais caro que nos supermercados. Basta verificar a desigualdade dos preços entre as prisões.
Mas atenção! O chefe tem que ganhar uns dinheiros. Digno da boa casa Cecíliana.
Continua…

Editado por Costa Moreno segundo fontes confidenciais.

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